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7.8

Opiniões

Hyrule Warriors: Quando a série Zelda não teme em ser diferente

Hyrule Warriors: Quando a série Zelda não teme em ser diferente

Nas redes sociais e websites é visível o número de pessoas que usam um olhar excessivamente crítico sobre suas séries de videogame favoritas. Talvez mais que as outras mídias como o cinema e a TV, muitos jogadores “não perdoam” algumas mudanças ou tentativas de um novo olhar dentro de uma mesma série. Com Hyrule Warriors, o spin-off da série Zelda desenvolvido pela Tecmo Koei em parceria com a Nintendo, não está sendo diferente. Dividindo a opinião dos fãs, muitos acreditam que esta é uma excelente oportunidade em dar uma nova roupagem à série protagonizada por Link, enquanto outros tantos acreditam que é uma aventura desnecessária e que o jogo não chega nem a ser um “Zelda”.

Pra quem não conhece, este é um título a parte sem interferir na saga principal, e usa a jogabilidade de Dynasty Warriors que basicamente enfatiza combates contra exércitos de inimigos, incluindo alguns objetivos específicos, por exemplo. Sem dúvidas, é algo completamente diferente do que estamos acostumados ao imaginarmos um jogo da franquia.

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Por outro lado, todos os elementos clássicos da franquia Nintendista estão por lá: bombas, diversas espadas, castelos, músicas, ataques, e pela primeira vez na série, há vários personagens selecionáveis e destraváveis, assim como um modo co-operativo. A história também é típica da franquia, sendo que Link precisa salvar a Zelda das garras da vilã e bruxa Shia, a qual originalmente era protetora da Triforce, mas acabou se apaixonando pelo protagonista e passou a invejar a princesa, que nesta continuidade será a rainha de Hyrule.

A investida é bastante ousada, já que o único envolvimento da Nintendo é a supervisão de Eiji Aonuma, o diretor de longa data da franquia, além de estar muito mais próximo da série Dynasty. Some isso ao fato de Zelda praticamente não ter spin-offs, e os que haviam acabavam utilizando a fórmula tradicional com poucas mudanças. No entanto, o objetivo de ambas as empresas é justamente expandir o público das duas franquias, trazendo uma experiência diferente, além de unir os fãs de ambas as séries.

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Quando se trata de spin-offs, é necessário ter uma visão expansiva, visto que os desenvolvedores podem, e devem, ter mais liberdade nas escolhas para trazer elementos completamente diferentes. Os jogos do Mario são grandes exemplos disso, estando nas mais variadas formas e estilos, geralmente alcançando grande sucesso e apresentando mecânicas, histórias e até mesmo artes exclusivas que não interferem na saga principal. Se com Mario funciona, por quê com Zelda não funcionaria? (Quem não gosta de Mario Kart?)

Apostar em coisas novas é sempre algo positivo, e dá a oportunidade dos jogadores a terem novas experiências com seus personagens e cenários favoritos. Em último caso, sempre temos a opção de esperar o novo jogo da saga principal, que obrigatoriamente seguirá um estilo mais tradicional.

Hyrule Warriors, como é chamado aqui no ocidente, teve no site internacional Metacritic uma média de “76/100” baseando-se em 81 reviews e “8.3” em 482 notas de usuários.

1 Resposta

  1. concordo , legal é seguir a saga tradicional, mas esse foi um belo jogo, esperamos que não aconteça igual a sonic ^^

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