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Opiniões

10 coisas que você provavelmente não sabia sobre Street Fighter

10 coisas que você provavelmente não sabia sobre Street Fighter

Segundo o Guinness Book, Street Fighter é a série de luta mais bem sucedida no mundo dos jogos eletrônicos. O lançamento que colocou personagens de vários países batalhando entre si ganhou gigantesca popularidade com o segundo título, que exigia pensamentos estratégicos do jogador ao invés de “apertar loucamente” os botões. Desde então, houve diversas continuações, relançamentos, cross-overs, desenhos animados e por aí vai. Ao longo dessa “estrada” também houveram diversos acontecimentos inusitados e diferentes, e por isso, nós da Epic Play trouxemos 10 coisas que você provavelmente não sabia sobre Street Fighter.

10. Existe um filme chinês do Jackie Chan que parodia o Street Fighter

City-hunter

Em 1993 lançaram na China um filme chamado “City Hunter”, com vários atores conhecidos lá no outro lado do mundo, incluindo o mundialmente reconhecido Jackie Chan. O filme é uma adaptação do mangá de mesmo nome, mas em uma cena os personagens “viram” os mesmos da série Street Fighter, excetuando o E. Honda que virou “E. Honde” para não infringir direitos autorais da marca de carros Mitsubishi, visto que o Jackie Chan tinha um contrato com a mesma. E ao contrário do que possa parecer, no final de tudo, o filme foi bem recebido, também havendo uma continuação, com o nome de Future Cops que também acabou parodiando o jogo, mas este sendo considerado ruim pela maioria.

9. O famoso tema de Ken veio do filme Top Gun

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O longa metragem que projetou a carreira do Tom Cruise, tem na trilha sonora uma faixa chamada “Mighty Wings” cantada pela banda Cheap Trick. Nos videogames era muito comum pegarem partes de várias músicas e criar uma nova com isso, mas no caso do tema de Ken é praticamente uma versão digitalizada desta.

8. Street Fighter nos moldes de Mortal Kombat?

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Nos anos 90 a rivalidade entre as duas séries de luta era bem acirrada, sendo uma espécie de Mario VS. Sonic dos jogos de pancadaria. Com o sucesso de público e crítica de Mortal Kombat, muito elogiado por usar pessoas digitalizadas, a Capcom resolveu jogar na mesma moeda e lançou o Street Fighter: The Movie para o Playstation, também com personagens digitais usando os atores do longa metragem Hollywoodiano.

Acontece que este título é considerado o pior de toda a franquia, e o mesmo pode se dizer da qualidade gráfica, vista pelo público e pela crítica como muito inferior ao Mortal Kombat e a série Street Fighter tradicional. Curiosamente, no início do projeto, este seria o Street Fighter III, mas a ideia foi logo abortada para ser um spin-off.

7. Existe uma série oficial em Live Action de Street Fighter

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Se na China há um filme, na Coréia do Sul há uma série de TV em Live Action com os personagens da série. Como podemos ver no trailer, ele é nos mesmos moldes das séries japonesas de super heróis conhecidas como Tokusatsus (Jaspion, Jiraya, Changeman, e outros). É perceptível que a produção é bem barata, mas dizem que ele é divertido se você “levar na brincadeira”.

6. Os combos que conhecemos surgiram de bugs!

Street-Fighter-Combos

Durante a produção de Street Fighter II, passou batido pelos desenvolvedores um bug que possibilitava golpes seguidos. Eles anteriormente até cogitaram esta ideia, mas acharam que a maioria dos jogadores não poderiam executá-los de forma satisfatória. Curiosamente, o bug foi descoberto pelos jogadores, e nos relançamentos deste game (como Super Street Fighter II), o que originalmente era um bug virou um dos principais atrativos para as campanhas de marketing.

5. Sheng Long é um erro de tradução

Shengolong

No Street Fighter II, quando vencemos um oponente com o Ryu, uma das frases que ele diz é “Você precisa derrotar Sheng Long para ter alguma chance”. A frase correta seria “Se você não conseguir superar o meu SHORYUKEN, você nunca me vencerá!”. Provavelmente os tradutores não faziam a menor ideia do que significava “Shoryuken” , e resolveram traduzir a palavra do mandarim, visto que na China “Sheng Long” tem o mesmo significado que “Shoryu”: Dragão Ascendente.

Acontece que o erro virou uma lenda urbana, e os jogadores menos esclarecidos passaram a acreditar que este era o nome do treinador do Ryu e do Ken. A revista EGM fez uma pegadinha de primeiro de abril em 1992 dizendo que era possível enfrentar ele como último chefe executando algumas condições, sendo que o caso ganhou repercussão mundial, e a própria revista se desculpou pela brincadeira devido a isso.

4. Final Fight foi concebido para ser um Street Fighter

Street_Fighter_Final_Fight

Enquanto desenvolviam o segundo Street Fighter, a equipe começou a ter ideias que iam numa direção diferente, querendo transformar o jogo de luta num Beat ‘em Up. Eventualmente, acharam que estava tudo ficando distante demais da fórmula do jogo original, e resolveram refazer o Street Fighter II do zero, porém, com o projeto de Beat em Up seguindo em frente, e se transformando na série Final Fight.

3. Era para Dhalsim ser um Deus indiano

ganesha

O personagem deveria remeter ao deus Ganesha da mitologia Hindu, o qual tem seis braços e o rosto de um elefante. Todavia, eles desistiram da ideia, pois poderia resultar em problemas com a cultura de muitos países, assim deixando o personagem com a aparência que todos conhecemos hoje. Curiosamente, o cenário original do Dhalsim ainda tem uma referência ao deus Ganesha.

2. Dhalsim em mensagem subliminar

street_dhalsim

Ainda falando do Dhalsim, na capa de Street Fighter II Turbo para o Super Nintendo, se você olhar atentamente às mãos do E. Honda, verá a sombra do lutador indiano.

1. Charlie e Blanka não são o mesmo personagem

streetfighterIV_blanka1

Tanto o filme quanto o desenho do Street Fighter diz que o Blanka é uma mutação do personagem Charlie feita pelo vilão Bison. No mundo dos games não funciona assim, visto que o manual do Street Fighter II para os consoles 16 bits dizem que ele saiu de uma floresta, mas que sua origem é um mistério.

Gostaram? Fiquem com um vídeo bônus sobre o caso confuso da sexualidade da personagem Poison, originalmente lançada em Final Fight.

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12 Respostas

  1. Existe um contador de combos no código do Super street fighter 2 de SNES, inclusive existe um texto no código do jogo, em um IF que a condição para ele ser ativado seria SpecW true, o texto apareceria no caso de um vitória por especial acontecesse porém não há condição de especial ou pelo menos alguma sprite que indique isso

  2. O jogo “Street Fighter: The Movie” não foi produzido pela Capcom, logo, não foi ela quem “resolveu jogar na mesma moeda”. A Capcom apenas cedeu os direitos e distribuiu o jogo, a produtora que resolveu adotar os atores digitalizados foi a Incredible Technologies. Aliás, outra série dos jogos de Street Fighter que não foram produzidos pela Capcom, apenas distribuído foi a franquia Street Fighter EX (a primeira a levar a série para o 3D, na época febre devido aos sucessos de Tekken e Virtua Fighter). Esses jogos eram da Arika.

  3. Street fighter the movie fosse street fighter 3, seria melhor ter adotado esse nome do que movie ,porque o street fighter 3, original é mal bosta, e sem graça.

  4. O nome do Blanka nos jogos é Jimmy, basta terminar SFII e ler como a mãe dele o chama no fim.
    Aliás no SFII quando ele caiu do avião era um garoto, e no SFIV mudaram pra um bebê.
    Essa porcaria de filme estrelado pelo JVCD, deveria ter todas cópias apagadas, filme ruim do cão.

  5. E também que Karin Kanzuki, a loirinha mimada e riquinha, que desafia a Sakura, ( no meu ponta de vista tem uma ótima jogabilidade!!) que participa de Street Fighter Alpha III, na verdade não é da Capcom, e a mesma não consegue mais os direitos autorais para coloca-la novamente na série… pela produtora a personagem já não mais sairia da série a tempos… um beta dela chegou a ser criado em Marvel vs Capcom e em Street Fighter IV, mas msm assim não conseguiram introduzi-la nos games, os fãs, pediram muito ela em Street vs Tekken, para ve-la quebrando tudo contra a Lili, foi aí após muita pressão que a Capcom esclareceu a falta da personagem nos jogos novos, e ainda finalizou dizendo que infelizmente, hoje é bem improvável conseguir os direitos da Karin novamente… pena :(

  6. Outra coisa, os combos não são de fatos bugs, alguns dos combos sim são bugs, mas os mais simples não são. Mesmo na primeira versão do Street Fighter 2 há um contador de combos (hit-combo XX).

  7. Para os Fãs do game, rola uma série muito bem humorada na internet, chamada Street Fighter later years, muito hilário.

  8. nossa essa serie de tv é horrenda, o dhalsim nao parece nada com porra alguma, o zangief é um gordinho japones nem pra por um cara de outro pais pra lembrar um russo, enfim nojento isso

  9. Esse papo da Poison sempre me intriga. Por mais que falem sobre isso, acredito que tudo foi um SIMPLES engano na hora de escrever sobre a personagem no manual. Depois que os boatos rolavam a solta sobre a personagem, a CAPCOM simplesmente decidiu deixar o mistério no ar por ser algo bom para a série. Ter boatos e mistérios que circulam uma série é sempre bom pois da algo para se falar sobre a mesma, mas a real é que acredito que foi só um engano que usaram para o próprio benefício depois.

    • Apoiado. Capcom se beneficiou do rumor e deixou rolar. Tanto que nada relacionado apareceu sobre posteriormente, eu ACHO.

    • O engano em si foi mais dos fãs. Porque a Capcom planejou e colocou a Poison como um transsexual (chamado New Half no Japão). O que confundiu os fãs foi que deu aquela polêmica de que era errado bater numa mulher e tal, daí a Capcom falou que era um transsexual, isso ocorreu nos States. Mas isso também é válido no Japão, só que lá ninguém fez caso da figura feminina da Poison. A diferença mesmo entre a Poison nos países é que a Poison no Japão tem um pênis (transsexual pré-operação) e nos States ela fez a cirurgia de mudança de sexo. =D

    • Fala Váictor.
      Na verdade Poison sempre foi mulher, mas a CAPCOM se cansou de ficar esclarecendo o porque Guy e os outros batiam nela, e acabou sendo forçada a fazer dela um traveco.

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