Jogador Pensante

DOOM (2016) Análise

DOOM! Aquele jogo que até o seu tio conhece. Um dos avôs dos jogos de tiro (e também das polêmicas envolvendo violência e videogames). Junto com Wolfenstein (também da id Software) e Duke Nukem formam a tríade dos jogos de tiro em primeira pessoa revolucionários e que deixaram um legado sentido até hoje. O novo DOOM, que vem para reiniciar a série, chega muitos anos após o último jogo oficial (e c...[+]

Deus Ex: Mankind Divided Análise

Deus Ex, uma das franquias mais influentes de todos os tempos, cuja primeira instalação é tida, por muitos, como o melhor jogo de todos os tempos. O pacote está todo ali: conspirações, jogabilidade extremamente livre e imersiva, uma trama bastante adulta e que flerta com a realidade, mesmo em um futuro um tanto longe. O último jogo da série, Human Revolution, de 2011, trouxe a série de volta depoi...[+]

Assassin’s Creed Syndicate Análise

“Mais um Assassin’s Creed?”. Nem termina o ano, as pessoas mal terminaram Assassin’s Creed Unity, de 2014, e a Ubisoft já havia anunciado o próximo: Assassin’s Creed Syndicate. E então, a pergunta que não quer calar: será que esse é um bom Assassin’s Creed, para alegria dos fãs e decepção de quem detesta a série, ou será que é um Assassin’s Creed ruim, para alegria de quem detesta a série e decepç...[+]

Deus Ex: Human Revolution Análise

Com grande responsabilidade, e sendo esperado pelos fãs desde o lançamento do último Deus Ex (2003), foi finalmente lançado o terceiro jogo da série. Além dos trailers mostrando sua jogabilidade antiga sendo renovada, já era de se esperar que tivesse uma trama tão épica quanto a do primeiro jogo, Deus Ex (2000). Será que Human Revolution consegue superar as altas expectativas desta série tão influ...[+]

Assassin’s Creed Unity Análise

Como já é tradição, todo fim de ano temos um novo Assassin’s Creed. Acredita que, com Unity, temos sete Assassin’s Creed exclusivos de consoles de mesa (com o oitavo já lançado também esse ano, para Playstation 3 e Xbox 360: Assassin’s Creed Rogue)? Será, então, que o número sete, tão cabalístico, tão simbólico, cheio de significados, veio para o bem ou para o mal da série? “La liberté ou la...[+]

Assassin’s Creed IV: Black Flag Análise

Assassin’s Creed IV Black Flag é o sexto jogo da série para consoles de mesa e PC (sem contar Liberation, que chega em breve na sua versão de alta definição para PC, Playstation 3 e Xbox 360). Sob a bandeira negra A série da Ubisoft é tida como caça níquel por uma boa parcela dos meus conhecidos. Reconheço que realmente a Ubisoft, ao transformar a série em uma franquia de lançamentos anuais, troux...[+]

Assassin’s Creed III Análise

E finalmente chega a aventura final de Assassin’s Creed. Pode ser estranho para quem não é ligado na série, mas Assassin’s Creed III é na verdade o quinto jogo da série principal da franquia! Isso porque Ezio (o protagonista do segundo jogo) pegou dois jogos a mais: Brotherhood e Revelations. Mas então a Ubisoft decidiu parar com isso e colocar um fim às memórias dos ancestrais de Desmond, protago...[+]

Assassin’s Creed Revelations Análise

Assassin’s Creed Revelations é a última parte da trilogia de Ezio Auditore da Firenze, o mestre assassino que estamos acostumados a controlar desde 2009. Será que a Ubisoft, produtora do jogo, fez certo em manter o mesmo período histórico e mesmo personagem durante três jogos em uma série que, de início, todos os jogadores pensaram ser sempre com um personagem e tempo diferentes? Ou será que tudo ...[+]

Assassin’s Creed Brotherhood Análise

Depois do enorme sucesso de Assassin’s Creed II, o que inclui a disputa de diversos prêmios de jogos, como o Game of the Year de diversos sites, Brotherhood é a seqüência da conspiração que norteia o jogo. Mais uma vez o jogador será envolvido na vida de Ezio Auditore da Firenze, o mesmo protagonista do jogo anterior. Se Assassin’s Creed II foi o jogo onde Ezio se descobriu como assass...[+]

Assassin’s Creed II Análise

The truth is written in blood! Depois de entender um pouco sobre o funcionamento do Animus no primeiro Assassin’s Creed e conhecer a vida do antepassado Altair na época das cruzadas, no segundo jogo da série o enredo avança vários anos e nos apresenta Ezio, outro antepassado de Desmond Miles, o protagonista que menos aparece de todos os tempos. A Itália moderna A história se passa na Itália ...[+]

The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D Análise

Your true face… What kind of… face is it? I wonder… The face under the mask… Is that… your true face? Tenho diante de mim um dilema: vontade de escrever sobre um jogo tão diferente (e ao mesmo tempo tão parecido) da série The Legend of Zelda e que, ainda por cima, é um remake de um jogo que eu não jogo há anos e anos no console original. Bom, ao menos não tenho um lim...[+]

Bloodborne Análise

Bloodborne, anteriormente conhecido como Project Beast, vem criando expectativas bem antes de seu lançamento, que ocorreu em 25 de março de 2015. Não era para menos: a geração, carente de jogos exclusivos que não sejam remasters ou títulos lançados também para a geração anterior, estava à espera de um grande jogo, além disso a From, ou melhor, Hidetaka Miyzaki, tem no currículo a franquia Souls (D...[+]

Rise of the Tomb Raider Análise

Rise of the Tomb Raider é o mais novo capítulo da nova Lara Croft, que nos deu uma excelente surpresa em 2013, com o reboot de homônimo de Tomb Raider. Para a nova aventura, temos um jogo exclusivo para o Xbox One em 2015, que será lançado somente ano que vem para as outras plataformas. Com um lançamento em uma época que iria coincidir com o novo Uncharted, em uma exclusividade temporária para o c...[+]

Ori and the Blind Forest Análise

Ori and the Blind Forest é o primeiro jogo da novata Moon Studios. Já seguindo uma tendência de desde a geração passada, a Microsoft decidiu investir nesse novo e independente estúdio para um jogo exclusivo de suas plataformas (Xbox e Windows). Eu nem vou terminar a análise para dizer: Moon Studios e Microsoft, obrigado por Ori and the Blind Forest. A floresta cega Ori and the Blind Forest ocorre ...[+]

Shovel Knight Análise

Pense em um épico medieval. Em uma longa jornada para derrotar uma ameaça terrível. A figura de um cavaleiro surge. Sua armadura, imponente, altiva, brilhante, com um elmo que deixa seus inimigos tremendo de medo. Ele saca sua arma mortífera para derrotar as legiões infernais que estão à frente, deixando uma trilha de sangue e morte por todo lado que passa! Este, surgindo em nome dos indefesos, do...[+]

Pokémon GO foi um sucesso absoluto e isso incomoda muita gente; Por quê?

“O verso desta carta simula um portal para o inferno” – ou algo próximo disso – foi o que Gilberto Barros, um antigo apresentador de programas de auditório, falou sobre a febre Yu-Gi-Oh!. Isso foi em 2003. Com 13 anos na época, achei aquilo um absurdo. Era um jogo de cartas, similar ao já antigo e famoso Magic: The Gathering, além de ter seu próprio desenho que estava fazen...[+]

Hotline Miami Análise

Em Hotline Miami o jogador adentra um mundo onde a violência é o único meio possível para atingir seus objetivos. O jogo começa com um breve tutorial, ensinando os movimentos e ações básicas que devem ser utilizados durante a jogatina. Após este tutorial, a trama segue um tanto quanto obscura, com uma narrativa minimalista, ainda que envolvente. O personagem principal se vê em meio a uma sala escu...[+]

Salt & Sanctuary Análise

É inegável que Dark Souls é uma série influente. Vira e mexe nos deparamos com algum jogo que, por ser difícil, alguém fale “lembra Dark Souls”. Apesar de todos sabermos que a série não se resume à sua dificuldade (e ser basicamente conhecido só por isso faz mais mal do que bem à série), esse acaba sendo o maior comparativo dele com outras obras. Na década de 90, com o advento do 3D, tínhamos vári...[+]

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